domingo, 7 de setembro de 2014

Brava gente brasileira

Hoje é feriado. Dia sete de setembro. Confesso: não fosse usar o Google hoje, a data teria me passado despercebida. Feriado em pleno domingo também... Mas, ainda que tarde, me ocorreu algo: poderia ser uma data melhor aproveitada com um boa troca de ideias sobre o Brasil contemporâneo, sobre eleições, rumos possíveis pra nação e coisa e tal. Não quero cair no clichê e, além disso, nunca me senti apta para uma bate papo político, mas nossa gente anda precisando de novos horizontes, né não?

domingo, 31 de agosto de 2014

Sobre o amor

Estava outro dia conversando com uma grande amiga no Skype sobre o amor ou sobre o que Erich Fromm diria ser a arte de amar. Quando nos deparamos com o texto bíblico de 1 Co. 13, somos levados a enxergar quão árdua é essa tarefa de aprender a amar, somos confrontados com a nossa natureza pecaminosa e falha diante de um amor que é perfeito, diante da natureza do amor, que é o próprio Deus. Daí, entendemos que tudo o mais é bola fora, é equívoco. Cristo amou, Ele foi nosso maior exemplo. Com Deus, aprendemos a amar: "Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19) e nós nos amamos porque Ele nos amou primeiro. Assim, aprender a amar ao próximo passa, necessariamente, pelo amor com que Deus nos amou e nos ama. Que aprendamos esse amor, que é o verdadeiro amor, e nos tornemos mais semelhantes a Cristo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O X da questão

Gosto muito do texto em Eclesiastes que diz que "tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu" (Ec. 3:1). Penso em Deus como um grande maestro regendo a orquestra da vida. Ele rege o universo de forma harmoniosa e complexa para nós, porém simples e clara. O fato de não entendermos como não significa que não seja assim. E Ele o faz desde antes da fundação do mundo. Mas... E o mal? O sofrimento? Essas são, de fato, duas grandes questões para o cristão, mas... Se cremos em um Deus soberano que rege o universo sabiamente e harmoniosamente, entendemos também que até mesmo o mal e o sofrimento têm seu propósito. Não resolvemos a questão por aqui... Como disse Paulo (1 Co. 13: 12) não temos uma visão plena das coisas, vemos como que por um espelho. Se assim vemos, temos na Bíblia a confiança em um Deus que é não somente soberano, mas bom e justo. E tudo redunda na fé.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Marília Gabriela e o mundo "gospel"

Hoje assisti (na verdade, ouvi enquanto fazia outras coisas) a entrevista da Sarah Sheeva (filha da Baby do Brasil) no programa da Marília Gabriela. Ok. Talvez vocês se perguntem: "Mas por que você foi gastar seu tempo logo com isso?". Então... Não gastei porque estava fazendo outras coisas. Mas sabe... Até valeu ouvir. Suscitou algumas questões. Não é de hoje que a Marília Gabriela convida celebridades "gospel" para serem entrevistadas no seu programa. Fiquei me perguntando o que faz isso acontecer e por que vai quem vai. Nunca a vi chamar cristão que não fosse pentecostal. Nunca a vi chamar teólogo que fosse de outra linha teológica. De modo geral, achei a entrevista da moça interessante, mas teve lá suas "bolas fora". Não acho que valha a postagem do vídeo aqui, mas se você chegou a ficar curioso... Youtube tá aí pra isso rs.

domingo, 17 de agosto de 2014

A sinceridade de Dylan

Gosto do Bob Dylan. Gosto de rock, folk e gosto dos protestos com que imprime suas canções. Já faz tempo que assisti "Não estou lá" (uma biografia do cantor/compositor talvez?), o que me afasta de fazer uma crítica do filme. Mas uma cena ficou gravada: a do encontro de Dylan com os Beatles. Não me recordo bem do diálogo, mas lembro que Dylan foi de uma sinceridade tal sobre o que pensava dos Beatles e suas letras "yeah, yeah, yeah" sobre garotas e tal que, após o encontro, a banda inglesa resolveu escrever letras e canções mais significativas e elaboradas. Teria sido sinceridade de Dylan ou vontade pura e simples de alfinetar os quatro garotos de Liverpool? O tema vale outra postagem. Por enquanto, lanço a pergunta e deixo um comentário do filme feita pelo apresentador do Telecine Cult (cujo nome não me ocorre agora).

Inté!


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Tudo junto

Passando por aqui só pra dizer por que meus "gaps" têm estado cada vez maiores. Então... Muito trabalho. Mesmo. Em casa e na rua. Jornada dupla. Mas, no meio disso tudo, ainda encontrei tempo pra comemorar meu aniversário ontem. E, surpreendentemente, meus amigos lembraram da data mesmo eu não usando Facebook já há uns 2 anos. Agora... Presente que eu queria mesmo... Descanso. Acho que hoje vou ter. É isso. Até mais ver!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Anima Mundi

Esse ano consegui ver um longazinho do Anima Mundi. Há tempos não sabia o que estava acontecendo no festival, mas este ano eu tive uma oportunidade e agarrei. Gostaria de dizer mais sobre o festival, mas só vi um longa. Então é sobre ele que vou comentar: Lisa Limone ja Maroc Orange: tormakas armulugu. Trata-se de uma produção da Estônia de 2013 cuja história tem como pano de fundo a trajetória de um herói do povo que casa com a filha de um empresário. Tecnicamente, o filme é primoroso. Já o roteiro... Deixou a desejar, sem contar algumas cenas um tanto quanto sem propósito. Há quem veja muita filosofia em uma pena caindo, mas às vezes, a "pena" é só uma pena caindo. Parece-me uma tendência nas produções atuais que se intitulam ou são intituladas "cult". Afinal, o que é esse tal de "cult" mesmo, hein?