Arte de rua. Uma fantasia, que de tão fantasia, concretiza-se em nossas mentes. Uma exacerbação do que é ser urbano. Crônica da cidade. Assim é Banksy. Quanto sabemos de fantasia? E quanto pensamos que sabemos da realidade? Quanto de nossos conceitos não estão mortos em si?
Registros de uma travessia, uma jornada chamada vida. Ora sobre desertos, ora sobre campinas. Tudo tem seu tempo debaixo do sol.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Adams e o ateísmo
Estou lendo O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams. Sem dúvida, um humor de fino trato. Mas o que me chamou a atenção foi uma certa fé na Ciência e na ausência de Deus. Adams era ateu convicto (uma coisa que acho difícil entender). Há uma passagem no livro em que dois filósofos discutem o papel da Ciência na busca pelas questões fundamentais da vida. Segue um trechinho desta parte para vocês mesmos sentirem essa questão:
"-Essas máquinas têm mais é que fazer contas - disse Majikthise -, enquanto nós cuidamos das verdades eternas. Quer saber a sua situação perante a lei? Pela lei, a Busca da Verdade Última é uma prerrogativa inalienável dos pensadores. Se uma porcaria de uma máquina resolve procurar e acha a porcaria da Verdade, como é que fica o nosso emprego? O que adianta a gente passar a noite em claro discutindo se Deus existe ou não pra no dia seguinte essa máquina dizer qual o número do telefone dele?"
(Douglas Adams, O guia do mochileiro das galáxias)
"-Essas máquinas têm mais é que fazer contas - disse Majikthise -, enquanto nós cuidamos das verdades eternas. Quer saber a sua situação perante a lei? Pela lei, a Busca da Verdade Última é uma prerrogativa inalienável dos pensadores. Se uma porcaria de uma máquina resolve procurar e acha a porcaria da Verdade, como é que fica o nosso emprego? O que adianta a gente passar a noite em claro discutindo se Deus existe ou não pra no dia seguinte essa máquina dizer qual o número do telefone dele?"
(Douglas Adams, O guia do mochileiro das galáxias)
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Um pouco de nostalgia
Hoje vou postar aqui um bom e velho blues que foi indicado por uma amiga. Aliás, não sei se blues ou gospel, um gospel daqueles que tem endereço lá pela Carolina do Sul, nos EUA.
Sister Rosetta Tharpe - Peace in the Valley
Sister Rosetta Tharpe - Peace in the Valley
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Outra boa notícia
Querid@s,
Pra quem tem me acompanhado, sabe que estou um período sem trabalhar, cuidando da saúde. Foi custoso, mas absolutamente necessário. Posso dizer que neste período, Deus não deixou faltar nada e tem me sustentado até aqui. Como eu disse a alguns amigos: "a mamata vai acabar" rs... Minha médica me liberou para trabalhar. Fez apenas uma ressalva: nada que comprometa meu sono e me estresse. Fora isso, espero em breve estar de volta à ativa. Muitas coisas boas nisso tudo... Uma delas, o tempo que pude dedicar à leitura, à escrita e a oportunidade de recomeçar, de fazer algo novo. Que Deus oriente meus passos. Agradeço a todos os que me apoiaram nesta fase pela qual passei. Agora é transição.
Pra quem tem me acompanhado, sabe que estou um período sem trabalhar, cuidando da saúde. Foi custoso, mas absolutamente necessário. Posso dizer que neste período, Deus não deixou faltar nada e tem me sustentado até aqui. Como eu disse a alguns amigos: "a mamata vai acabar" rs... Minha médica me liberou para trabalhar. Fez apenas uma ressalva: nada que comprometa meu sono e me estresse. Fora isso, espero em breve estar de volta à ativa. Muitas coisas boas nisso tudo... Uma delas, o tempo que pude dedicar à leitura, à escrita e a oportunidade de recomeçar, de fazer algo novo. Que Deus oriente meus passos. Agradeço a todos os que me apoiaram nesta fase pela qual passei. Agora é transição.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
A graça de Deus
Um acidente mata um homem e sua mulher gestante. A mulher morreu na hora, mas a criança nasceu no local do acidente. Quando ouço uma notícia assim, penso logo em como a mão de Deus se faz presente na vida de algumas pessoas. Não digo que a graça de Deus não alcance toda a humanidade, mas que, para algumas pessoas, parece que Deus age de forma especial. Imagine que história essa criança não terá para contar quando crescer? Que Deus a continue guardando.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Iona
Voltei a ouvir Iona. Iona é uma banda inglesa cujo nome foi dado por causa da ilha de Iona, costa ocidental da Escócia. Voltar a ouvir Iona significou muita coisa. Quer dizer que estou reescrevendo meu passado. Explico.
Pra quem viu o filme O lado bom da vida, havia uma música que o personagem principal da trama não podia ouvir que se sentia mal. Aliás, ele também tinha transtorno bipolar. Essa música provocava nele uma série de lembranças que lhe eram profundamente incômodas e desagradáveis. Comigo era um pouco parecido. Ouvir Iona me lembrava de um tempo para o qual eu queria voltar e me dava muita, mas muita saudade. Por isso, desisti de Iona e fiquei cerca de um ano sem ouvir (ainda que estivesse com um álbum deles no meu celular).
Um belo dia, cansada de ouvir as mesmas coisas, arrisquei. Por que não Iona? Que bom. Funcionou. É uma volta à minha identidade, ao que gosto. Não tenho dúvidas de que é mais uma amostra de que Deus nos cura por inteiro: corpo, alma e espírito.
Bem, agora falta dizer por que gosto dessa banda, né? Iona mistura rock progressivo com música celta. Na maioria das vezes, uma pitada celta, mas no vídeo que vou mostrar, vê-se que a influência do folclore anglo-saxão é bem forte. E é isso que acho bonito neles! Músicos cristãos que não se negaram desfrutar de suas raízes. Aqui... Estamos ainda longe disso. Aqueles que se arriscam, estão no lado B. Temos uma dívida ainda com a música brasileira. Quem sabe, quando o músico cristão brasileiro entender que fazer música implica viver criativamente a fé cristã, não teremos um outro cenário? Enquanto isso, oremos e façamos.
Iona - Castlerigg:
Pra quem viu o filme O lado bom da vida, havia uma música que o personagem principal da trama não podia ouvir que se sentia mal. Aliás, ele também tinha transtorno bipolar. Essa música provocava nele uma série de lembranças que lhe eram profundamente incômodas e desagradáveis. Comigo era um pouco parecido. Ouvir Iona me lembrava de um tempo para o qual eu queria voltar e me dava muita, mas muita saudade. Por isso, desisti de Iona e fiquei cerca de um ano sem ouvir (ainda que estivesse com um álbum deles no meu celular).
Um belo dia, cansada de ouvir as mesmas coisas, arrisquei. Por que não Iona? Que bom. Funcionou. É uma volta à minha identidade, ao que gosto. Não tenho dúvidas de que é mais uma amostra de que Deus nos cura por inteiro: corpo, alma e espírito.
Bem, agora falta dizer por que gosto dessa banda, né? Iona mistura rock progressivo com música celta. Na maioria das vezes, uma pitada celta, mas no vídeo que vou mostrar, vê-se que a influência do folclore anglo-saxão é bem forte. E é isso que acho bonito neles! Músicos cristãos que não se negaram desfrutar de suas raízes. Aqui... Estamos ainda longe disso. Aqueles que se arriscam, estão no lado B. Temos uma dívida ainda com a música brasileira. Quem sabe, quando o músico cristão brasileiro entender que fazer música implica viver criativamente a fé cristã, não teremos um outro cenário? Enquanto isso, oremos e façamos.
Iona - Castlerigg:
sábado, 1 de fevereiro de 2014
O Barquinho
Hoje o dia está ensolarado e estou de partida para a praia com os Pellegrinos (minha irmã & cia). Lembrei-me da canção "O Barquinho" do Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli. É bem isso. Dia de luz/ Festa de sol...
Um bom fim de semana a todos!
Um bom fim de semana a todos!
Assinar:
Postagens (Atom)
