Hoje não me verás bonita
Não me verás de batom, lápis e rímel
Nem de saia, nem de salto
Tampouco de calça, de bota
Não me verás forte, sagaz
Nem perspicaz, intrépida
Hoje me verás...
Inevitalmente
Constrangedoramente
Disforme
Imprecisa
Sem força, sem ar
Apenas sendo
Apenas vendo
Hoje não me verás bonita...
Nem feia, nem deselegante
Hoje me verás mulher
P.s: A todas as mulheres que se sabem mulheres, com afeto, suor e lágrimas.
Registros de uma travessia, uma jornada chamada vida. Ora sobre desertos, ora sobre campinas. Tudo tem seu tempo debaixo do sol.
sexta-feira, 11 de março de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Sobre noivas, casório etc
Acredito que vêm mais postagens dessa por aqui, mas, como o tempo anda corrido, vou tentar resumir as coisas.
Dia desses li um artigo desses de sites femininos que dizia sobre 10 coisas que ninguém te conta sobre casar. Legalzinho, dá pra se divertir. Curiosamente, acabei refletindo sobre algumas delas em virtude da minha própria experiência. Vou me casar daqui a alguns meses e acredito que já esteja na época de me descabelar rs. Bem, algumas coisas que vou comentar estão no site, mas outras não. Coisas que ninguém nos conta antes de casar:
1. É quase que uma regra do brasileiro atrasar. Em se tratando de prazos, casamento não é exceção. Atrasam orçamento, atrasam prazos. Pra mim, que se acostumou ao jeito inglês de cumprir prazos, isto é algo extremamente irritante e estressante.
2. Você pode mudar de ideia sobre "quase" tudo na reta final. Bem... Até agora não tenho mudado muito, não, rs. Mas desde o princípio, pus o pé no chão e pensei no que era viável. Além do mais, nada estava hermeticamente fechado que não coubesse seguir outros caminhos. Então aqui vai a dica: noivas, queridas, não sejam tão idealistas... Troquem ideias com os profissionais, pesquisem e avaliem. Há sempre uma alternativa mais viável sem abrir mão do (com o perdão do cliché) sonho.
3. Nunca deixe o verdadeiro significado do casamento ser ofuscado. Sei que as noivas cristãs vão me entender. É Cristo que deve ser glorificado e em tudo. Não é uma flor a mais ou a menos no bolo que deverá importar mais que isso.
4. Dedique algum tempo ao noivo/noiva. É importante estarem juntos, se divertirem, falarem de outras coisas que não contas ou o cardápio do buffet.
5. Você só quer casar e não ouvir a palavra casamento. Verdade rsrs. Quando alguém pergunta: "E os preparativos?", eu tenho mais é vontade de correr pra minha cama e dormir.
6. Você gasta um dinheiro com coisas imprevistas. Sim. E como!!! Tanto na festa quanto na casa. Se você planeja gastar X no casamento, é bom acrescentar, pelo menos, 50% nesse montante.
7. Não sei dizer se é mais a noiva ou o noivo... Mas ambos ficam extremamente cansados. Muito cansaço!! O pior é dar conta de tudo e trabalhar ao mesmo tempo.
8. Se alguém disser que é importante ter uma cerimonialista, acredite! É essencial! Graças a Deus, encontramos uma bem acessível que está nos ajudando ;)
9. Algumas pessoas se afastam, outras se aproximam. Vem ajuda de onde você não esperava e vem também o desprezo. Casamento é um momento único na vida e também um tempo em que contamos muito com os amigos, familiares... Nem todos vão compartilhar da mesma alegria e preocupações com você. Alguns não vão dar a mínima, outros vão se doer por uma coisa ou outra. O importante é você aprender a perdoar e não mudar com as pessoas (só se for pra melhor).
10. Segundo o site, "vocês viram um grude". Não sei se "viramos um grude", mas, com certeza, mais cúmplices, parceiros, mais um.
Gente, faltam exatos 99 dias pro casório. Não sei se conseguirei voltar por aqui, mas algo é certo: se meu cabelo despentear, se escorrer o lápis, se doer o pé, se o noivo sujar o terno (bem capaz rs), se uma das madrinhas usar a cor fora da palheta, enfim... Será um dia lindo. Um dia que celebraremos junto aos amigos e família algo que só Deus poderia nos dar.
No mais, vida que segue (como dizia uma amiga).
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Uma nota de rodapé
Comecei o ano com um milhão de coisas para resolver, pois estou prestes a me casar (tã, taranran...). Por conta disso e de estar estreitando os laços com uma amiga que está em posição de liderança é que vem surgindo essas ideias.
Uma coisa que tenho detectado sobre liderança é que, nos dias de hoje, em tempos de uma pretensa igualdade de direitos, de gênero e tudo o mais, normalmente, as pessoas esperam que o líder proceda assim: ouça a todos e faça o que todos querem. Não que eu não acredite que isso possa funcionar a depender do caso, mas penso nos modelos bíblicos, principalmente, os do velho testamento. Samuel, por exemplo, só acatou o desejo do povo de ter um rei depois que Deus mesmo disse que assim se fizesse. Moisés não consultava o povo para tomar decisões. Ele subiu ao monte, esteve com Deus e fez o que Deus lhe ordenara. Seria interessante pesquisar mais a fundo esses exemplos, mas preciso resumir. A questão não é o que o povo quer, mas o que Deus diz. E, como disse a essa amiga: se Deus a colocou nessa posição é porque Ele vai capacitá-la.
Penso que o conceito de liderança que se tenta praticar pelos mais relativistas e pós-modernistas é uma pretensa liderança. É óbvio que, como professora, dialogo com o aluno e percebo o que ele já pode acrescentar ao processo. Mas só um de nós enxerga as pedras que podemos seguir (aqui, muitos pedagogos vão me atirar pedras rs). Isso não quer dizer que a relação seja assimétrica, mas os papéis são diferentes. Bem, é isso.
Uma coisa que tenho detectado sobre liderança é que, nos dias de hoje, em tempos de uma pretensa igualdade de direitos, de gênero e tudo o mais, normalmente, as pessoas esperam que o líder proceda assim: ouça a todos e faça o que todos querem. Não que eu não acredite que isso possa funcionar a depender do caso, mas penso nos modelos bíblicos, principalmente, os do velho testamento. Samuel, por exemplo, só acatou o desejo do povo de ter um rei depois que Deus mesmo disse que assim se fizesse. Moisés não consultava o povo para tomar decisões. Ele subiu ao monte, esteve com Deus e fez o que Deus lhe ordenara. Seria interessante pesquisar mais a fundo esses exemplos, mas preciso resumir. A questão não é o que o povo quer, mas o que Deus diz. E, como disse a essa amiga: se Deus a colocou nessa posição é porque Ele vai capacitá-la.
Penso que o conceito de liderança que se tenta praticar pelos mais relativistas e pós-modernistas é uma pretensa liderança. É óbvio que, como professora, dialogo com o aluno e percebo o que ele já pode acrescentar ao processo. Mas só um de nós enxerga as pedras que podemos seguir (aqui, muitos pedagogos vão me atirar pedras rs). Isso não quer dizer que a relação seja assimétrica, mas os papéis são diferentes. Bem, é isso.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Encerrando o ano
Não sei se virá mais alguma postagem até dia 31/12 desse tão inusitado, sofrido, mastigado, embrutecido 2015. No caso de não vir, fica sendo este o último.
De uns anos pra cá tenho notado que uma canção ou outra torna-se marcante do momento em que estou vivendo. Em 2009, foi Roda Viva do Chico e esse ano tem dobradinha: Chico, de novo. Mas ao invés de algo mais "pra cima", é "Apesar de você" que ganha força. Explico.
Encerrando o ano com três cobranças indevidas, serviços mal prestados, sem contar que o samba caberia também para algumas pessoas, instituições e, claro: já pensou uma seresta pra Dilma com "Apesar de você" no repertório? Perfeito, não?
Mas enfim... Como canta o poeta: "Apesar de você, amanhã há de ser outro dia". E que venha 2016 porque 2015 já deu! Que venha um ano mais humano, mais justo, mais verdadeiro ao branco, ao negro, a todos. Um ano bíblico, pois como disse C.S. Lewis:
"Todo este cenário sombrio da humanidade é o resultado de sua própria busca pela felicidade em algo que está fora de Deus."
Que sejamos mais ouvintes, mais corajosos, mais amorosos, sejamos gente.
No mais, este singelo vídeo pode dizer melhor e como cantava John Lennon: "And so this is Christmas".
P.s: And a Happy New Year!
De uns anos pra cá tenho notado que uma canção ou outra torna-se marcante do momento em que estou vivendo. Em 2009, foi Roda Viva do Chico e esse ano tem dobradinha: Chico, de novo. Mas ao invés de algo mais "pra cima", é "Apesar de você" que ganha força. Explico.
Encerrando o ano com três cobranças indevidas, serviços mal prestados, sem contar que o samba caberia também para algumas pessoas, instituições e, claro: já pensou uma seresta pra Dilma com "Apesar de você" no repertório? Perfeito, não?
Mas enfim... Como canta o poeta: "Apesar de você, amanhã há de ser outro dia". E que venha 2016 porque 2015 já deu! Que venha um ano mais humano, mais justo, mais verdadeiro ao branco, ao negro, a todos. Um ano bíblico, pois como disse C.S. Lewis:
"Todo este cenário sombrio da humanidade é o resultado de sua própria busca pela felicidade em algo que está fora de Deus."
Que sejamos mais ouvintes, mais corajosos, mais amorosos, sejamos gente.
No mais, este singelo vídeo pode dizer melhor e como cantava John Lennon: "And so this is Christmas".
P.s: And a Happy New Year!
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Sobre ritmos, louvor e música
Uma obra de
arte pode ser, em si, uma doxologia” (Francis Shaeffer)
Há tempos que
a reflexão sobre música, psiquê, louvor (eu ia escrever “doxologia”, mas vou
tentar tornar esse texto mais “palatável” rs) e cultura me acompanha, mesmo
antes de estudar Etnomusicologia no mestrado. A razão disso é até meio óbvia: o
gosto pela música e pela arte. Como cristã, sempre me atraíram tais discussões.
Daí, um dia,
de vídeo em vídeo no youtube, descobri uma pérola. Dois jovens que se atreveram
a abordar um tema talvez ainda polêmico (acho que já foi mais rs). Todos os
ritmos louvam a Deus? A resposta foi bem clara: não. Quem louva a Deus são as
pessoas, rs. Faz sentido. De fato, a pergunta poderia ser “todos os ritmos nos
levam a contemplar a Cristo?” Ao invés de responder, o vídeo propõe princípios.
Sob esses princípios é que pretendo tecer meus comentários.
Antes de
adentrar o assunto, gostaria de frisar aqui uma distinção que foi levemente
sugerida no vídeo: arte da igreja e
arte para igreja (conforme coloca
Shai Linne, um rapper cristão americano). No vídeo, os rapazes tratam,
basicamente, de arte para igreja, mas penso que, por vezes, as duas podem se
entretecer... Enfim, vou falando na medida em que couberem os pensamentos.
Sobre a
didaticidade do canto... Penso que esta pode ser uma das questões mais
problemáticas do canto congregacional. Eu diria que não só pelas letras das
canções, mas nossa hinologia atual (parece até um contrassenso usar essas duas
palavras rs) é muito pouco pensada para igreja... Quando é pensada para a
igreja, nós temos composições apelativas, que partem muito mais dos anseios do
homem do que da contemplação de Deus. Falta muito preparo nos músicos.
Conhecimento da palavra, boa teologia e também da música. Esta, já uma questão
complexa, posto que a grande maioria são amadores. Ainda assim, não vejo isso
como um impeditivo de se compor e executar uma boa música. Conheço músicos que
não são tão virtuosos assim e podem executar peças belíssimas. Mas enfim... Divagações.
Sobre esta questão ainda, pensei no caso de hinos tradicionais que já se
distanciaram bastante de nosso português atual. Ok. Hinos tradicionais dizem o
que outros não dizem mais, mas... Será que todo mundo entende o que são “vagas
procelosas” quanto cantamos? Uma questão a se pensar...
Sobre a
moldura e o quadro... De fato, a música litúrgica tem a característica de
servir ao canto, à palavra, à congregação. Mas fico me perguntando sobre a
construção do altar de Salomão... Qual a finalidade daqueles leões? E o templo,
com todos aqueles ornamentos? Nem tudo tinha finalidade ou, pelo menos, a
finalidade que enxergamos de imediato. Não me considero musicista, mas,
possivelmente, por ter estudado um pouco de música, meu ouvido certamente se
atrai pela moldura por si só ou pela pintura por si só. Entendo Shaeffer quando
ele diz que Deus se interessa pela beleza. E, sim, a beleza (e aí, digo em
sentido amplo) me leva a contemplar a Deus. Vale ressaltar que isso é apenas
uma reflexão... Ainda não tenho resposta satisfatória sobre o lugar da
contemplação na liturgia protestante. Talvez o piano, o violino e o banjo da
igreja do interior de SP apontem caminhos...
Outro ponto
abordado no vídeo trata da congregacionalidade. Questão muito relevante para se
pensar. Vejo muitas canções serem executadas na igreja que não foram nem um
pouco pensada para igreja. E aí, eu sou levada a apontar o dedo mesmo: músicas
com linhas melódicas difíceis, uma tessitura musical que ora só voz feminina
canta, ora só voz masculina. De fato, os instrumentistas precisam compreender
que estão ali para a congregação cantar e ponto. O que tocar, então? Bem... Vou
citar um exemplo do que eu faço. Eu tenho um registro de voz que alcança alguns
graves e alguns agudos (mezzo). Eu executo a música e antes mesmo de ensaiar,
peço para outras pessoas com registro de voz diferentes (homens, outras
cantoras) cantarem. Se estiverem confortáveis, é bem mais provável que a igreja
esteja. Mas esse é só um exemplo. O importante é realmente pensar o que fica
mais digerível para toda a congregação. Nisso, fecho com os rapazes. Mas, antes
de encerrar o ponto, pensando pelo lado didático, penso que a música, em si,
traz aspectos que podem ser aprendidos também. Deixa eu ser mais específica:
pensemos no trabalho de compositores que fugiram à ditadura 4/4 e, em suas
igrejas, levaram lindas canções que a comunidade aprendeu e se habituou a
cantar... Pensemos no baião de Bomilcar (salmo 150) que é um baião, mas se adequa
perfeitamente ao canto comunitário. Isto só pra lançar a pergunta.
Por fim, a
resposta. Acredito que seja meio que óbvio dizer que fica difícil usar
qualquer/todos os ritmos para louvar a Deus. Por que não? Essa é uma questão
bem complexa que envolve os aspectos cognitivos e culturais da música. Deixe-me
pôr de uma forma mais simples. O rock. O que foi o rock na época e o que esse
ritmo significava? Ao pensarmos nesta questão, nos vêm à mente toda uma rede de
significados que são culturais. Disse uma vez um etnomusicólogo inglês, John
Blacking, que o artista sintetiza o discurso de seu tempo e lugar. Nada poderia
ser mais concreto. Eu não poderia fazer música tradicional japonesa porque não
a conheço, não tenho proximidade nenhuma com ela. Sendo assim, é possível que
se me apresentarem esse tipo de música e disserem que é louvor a Deus, eu
acredite ou, ainda, se ela for feita para adorar outros deuses, eu a ouça e ela
não me fira. Note que eu disse apenas “é possível”. Mas então... Antes de
entrar no funk, vou pegar mais pesado. E o ponto de macumba? Será que um
percussionista que tocava ponto e se converta vai conseguir continuar tocando
ponto? E se tocar, vai conseguir louvar a Deus com esse ritmo? Nesse ponto, eu
nem relativizo. É óbvio que não. Vários motivos, porque há toda uma rede de
associações que vai remetê-lo a significados que o distancie de Deus. Há também
a relação da música com a nossa psique. Alguns estudos que li (interessante ver
o documentário do Oliver Sacks: Tales of music and the brain) apontam caminhos
para a relação da música com nosso estado fisiológico e mental. Sabe aquela
história de acalmar as vacas para elas ficarem com a carne menos contraída para
o abate? Por aí... A música pode ser, sim, pensada para veicular e orientar
estados de espírito. Penso que todo compositor cristão deveria refletir um
pouco sobre isso.
Finalmente,
pra fechar rs. Pelas razões descritas acima, eu vou discordar dos rapazes, ao
menos, considerando o meu histórico de vida. É possível que se eu fosse
francesa e ouvisse o funk carioca e gostasse, tal estilo poderia ser usado para
louvor e adoração. Mas eu não sou rs. A batida, para mim, é imediatamente
associada com vizinhos barulhentos, egoísticas (pois colocam o som alto pra
eles) e moças do tipo “piriguetes” que pregam o oposto daquilo que acredito que
uma mulher deveria ser. Não sinto o mesmo com o rock. Porque as associações que
faço já são bem outras e, confesso, que gosto muito do som da guitarra rs.
Então é isso.
Discussão longa. Longe de terminar por aqui... Que Deus nos ensine, sim, a
contemplar o belo. Comecemos pela criação. Que toda a beleza que pudermos ver
nos digam da grandiosidade de Deus, nosso Pai.
P.s: Segue o vídeo que originou esta postagem
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Manutenção da vida
O que seria o mínimo necessário para vivermos? Água, comida, sono. Ok, estão aí incluídas nossas necessidades fisiológicas. O ponto é... Até para as coisas mais básicas da vida, empenhamos algum esforço. Logo, não existem férias rs.
Mas... E se acordarmos em um belo (?) dia e nos sentirmos tão cansados que até estas tarefas mais elementares (comer, ir ao banheiro, dormir) nos for pesadas? Talvez estas tarefas nos sejam tão automáticas que nem nos damos conta de que elas demandam, sim, algum esforço.
Lembro-me de ouvir certa vez de um pastor que Deus sustenta nossos batimentos cardíacos. Ora, a bíblia nos ensina que Deus é a razão de nossa existência e é Ele que a mantém. Ele que nos sustenta. Então pensei... Naqueles dias em que até o elementar for penoso, é Deus quem nos sustenta. Ele dá forças para que movimentemos nossos músculos e tendões para que possamos comer, beber água, excretar o que precisamos e dormir. Não fosse Sua graça nem piscaríamos os olhos cujo esforço parece tão mínimo, mas envolve inúmeros músculos.
Que Deus continue nos sustentando em toda a nossa existência.
P.s: Artigo simples, mas recomendável sobre o funcionamento do nosso corpo:
http://super.abril.com.br/ciencia/a-maquina-do-eterno-movimento
Mas... E se acordarmos em um belo (?) dia e nos sentirmos tão cansados que até estas tarefas mais elementares (comer, ir ao banheiro, dormir) nos for pesadas? Talvez estas tarefas nos sejam tão automáticas que nem nos damos conta de que elas demandam, sim, algum esforço.
Lembro-me de ouvir certa vez de um pastor que Deus sustenta nossos batimentos cardíacos. Ora, a bíblia nos ensina que Deus é a razão de nossa existência e é Ele que a mantém. Ele que nos sustenta. Então pensei... Naqueles dias em que até o elementar for penoso, é Deus quem nos sustenta. Ele dá forças para que movimentemos nossos músculos e tendões para que possamos comer, beber água, excretar o que precisamos e dormir. Não fosse Sua graça nem piscaríamos os olhos cujo esforço parece tão mínimo, mas envolve inúmeros músculos.
Que Deus continue nos sustentando em toda a nossa existência.
P.s: Artigo simples, mas recomendável sobre o funcionamento do nosso corpo:
http://super.abril.com.br/ciencia/a-maquina-do-eterno-movimento
segunda-feira, 30 de março de 2015
Ausência
Vocês podem não acreditar, mas vocês não têm ideia do quanto eu sinto falta desse espaço aqui. Sério. Escrevo textos e textos mentalmente e me pergunto: quando terei oportunidade de escrevê-los no blog? Nesse período que estive ausente, muitas águas rolaram... Conheci pessoas muito boas, reencontrei outras, resgatei coisas, resolvi outras, acompanhei notícias, falei sobre algumas delas e estou trabalhando mais! Pois é... Essa ausência se deve muito a isso: estou com horários cheios, o que por um lado é ótimo. Mas estou tentando achar o equilíbrio. É preciso haver tempo e tempo de qualidade para se dedicar ao conhecimento de Deus. É nEle que encontramos paz. É nEle que somos, que respiramos, que escrevemos. Espero não demorar tanto a vir aqui. Espero trazer boas novas, acalantos, versos, encantos.
Uma boa semana a todos!
Uma boa semana a todos!
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